O pequeno Audi A1 acaba de receber a sua versão XL: a Sportback. Caracterizado por ser mais comprido do que o seu irmão de 3 portas, passa a contar com 5 lugares e motores tecnologicamente mais avançados.

Para Portugal, o novo Audi A1 Sportback estará disponível com quatro motores:

  • 1.2 TFSi de 86 cv a gasolina
  • 1.4 TFSi de 140 cv a gasolina
  • 1.6 TDI de 90 e 105 cv

O motor 1.4 TFSi estará disponível apenas a partir de Junho deste ano, e conta com a inédita tecnologia ‘cilynder on demand’ que permite desligar dois cilindros em situações de carga parcial do acelarador, entre as 1400 e as 4000 rpm. Este novo motor promete consumos de gasolina de 5 l/100km e emissões de 115 g/km.

Para Portugal, os preços do A1 Sportback estão já definidos:

  • 1.2 TFSi: 19.430 €
  • 1.6 TDI 90 cv: 21.790 €
  • 1.6 TDI 105 cv: 23.470 €
Conheça também a versão A1 Quattro, o mais endiabrado dos A1

 

 

De forma a combater o sucesso das versões de passageiros de modelos tradicionalmente comerciais (Volkswagen Caddy, Citroen Berlingo, Renault Kangoo, Fiat Doblo), a Mercedes tem em estudo a reinvenção do seu patinho-feio Vaneo, o antigo monovolume baseado no Classe A.

O novo Vaneo deverá ter pouco mais de 4m de comprimento e a sua plataforma será partilhada com o actual Renault Megane, resultado da parceria estabelecida entre o construtor francês e o grupo Daimler Benz (ver notícia aqui: Novo Mercedes Classe A com motores Diesel da Renault).

Com as tensões com o Irão a intensificarem-se e o possível bloqueio no estreito de Ormuz o preço dos combustíveis poderá na próxima semana vir a subir de forma significativa.

Este conflito poderá trazer, nomeadamente aos europeus, bastantes dissabores do ponto de vista económico, já que o transporte de matérias primas e bens oriundos do Médio-Oriente poderá ser profundamente afectado com esta alteração pelo governo de Teerão.

No nosso país e segundo a página da Direção Geral de Energia e Geologia acessível através de www.precoscombustiveis.dgge.pt, o gasóleo mais barato do país pode ser encontrado em Vila Nova de Famalicão (Braga) nos hipermercados E.Leclerc e Jumbo, onde é vendido a 1.339€/l. A gasolina sem chumbo 95 é mais barata também no E.Leclerc famalicense e no Intermarché de Amares, onde ambas as superfícies vendem este combustível a 1.479€/l.

O preço médio de comercialização do gasóleo no nosso país neste momento é de 1.445€/l e da gasolina sem chumbo 95 de 1.602€/l. Preços que na próxima semana poderão bater novos recordes a verificar-se o referido aumento dos preços. Um esforço adicional para os portugueses, que continuam a pagar uma factura pesada face aos vizinhos espanhóis. Recorde-se que em Espanha os preços tanto da gasolina como do gasóleo ronda os 1,31 €/l, ou seja no caso do gasóleo os portugueses contam com uma desvantagem de cerca de 15 cêntimos em cada litro, e no caso da gasolina sem chumbo 95 a diferença é ainda mais acentuada chegando a atingir os cerca de 30 cêntimos por litro (ou seja, num depósito de 40 litros os portugueses gastam mais 12 euros!!).

Conheça aqui os conselhos do maismotores.net para a poupança nos combustíveis:

A empresa Dearman Engine Company está a desenvolver um novo tipo de propulsor, mas desta feita alimentado a, admire-se, ar líquido!

Partindo de uma reinterpretação da fusão a frio, os pistões são empurrados pela pressão do ar presente no cilindro. Esta expansão do ar líquido, inicialmente armazenado à temperatura de -160º C (-256º F) acontece de forma rápida e quase imediata. Segundo a Dearman, o ar é puxado para os cilindros do motor através de um fluido permutador de calor. Esta reinvenção da fusão a frio pode ser explicada fisicamente com a mudança de estado do ar, de líquido a sólido, quando atinge a temperatura ambiente, acontecendo consequentemente a expansão da matéria gasosa, neste caso o ar.

Em termos de emissões, o balanço final é de zero emissões, já que através das válvulas de escape deste revolucionário motor sai apenas ar.

Segundo o site da Dearman, esta nova tecnologia, ainda em desenvolvimento, tem um potencial de viabilidade superior a outras soluções com produtos já no mercado, caso do hidrogénio e das novas tecnologias de baterias. Este novo motor da Dearman não utiliza materiais exóticos ou raros e pode ser produzido através de infraestruturas já existentes, sem necessidade de avultados investimentos.

O ar líquido funciona não tanto como um combustível, mas meramente como um transportador de energia, existindo apenas a necessidade de efectuar a compressão do ar através da redução da temperatura a que ele se encontra, e depois colocá-lo num depósito com isolamento térmico. Ao contrário das baterias, o rebastecimento do ar líquido, tal como a tecnologia de hidrogénio, demora apenas alguns minutos. O ar líquido conta ainda com outro benefício, em comparação com o hidrogénio, já que é armazenado com pressão atmosférica normal.

Apesar de armazenado num depósito isolado termicamente, a evaporação do ar líquido é lenta, tal como o hidrogénio ao longo do tempo, o que significa que só após um longo período de inactividade um depósito perca a sua carga.

O motor Dearman está agora com os peritos independentes da Ricardo Engineering para avaliação da viabilidade desta nova tecnologia que poderá trazer novos paradigmas pertinentes à mobilidade sem emissões.

Site da The Dearman Engine Company: www.dearmanengine.com

Vídeo com o funcionamento do motor em: http://youtu.be/11jlYBoyVls

A celebração dos 40 anos do mítico Renault 5, eterno companheiro de muitos portugueses nas estradas nacionais, estende-se com a participação de 3 equipas no Rali de Monte-Carlo reservado a automóveis históricos e clássicos.

Esta notícia surge em complemento de um outro rumor que surgiu há semanas na imprensa internacional especializada e que dava conta de que o construtor francês estaria a preparar uma reincarnação do modelo de sucesso da marca. Assim, e segundo essas mesmas fontes, o novo Renault 5 deverá ter como alvo modelos neo-retro ou retro-chic como o Mini, o Citroen DS3 e o Volkswagen Beetle.

Por enquanto a aparição de 3 Renault 5 Alpine, equipados com motor 1.4 Turbo, 140 cv de potência, caixa de 5 velocidades e um peso total de 870 kg, entregues a credenciados pilotos da marca como Jean Ragnotti, Alain Serpaggi e ‘Manu’ Guigou. Jean Ragnotti entrou mesmo para a história ao terminar o Monte-Carlo de 1978 em 2º lugar, enquanto que Alain Serpaggi foi piloto da Alpine por diversos anos.

Os pequenos R5 Alpine atingem uma velocidade máxima de 190 km/h e foram alvo de profundo e detalhado restauro para mais uma vez brilharem nas estradas alpinas, estando decorados com a mesma decoração que a marca utilizava nos ralis do final da Década de 70. Este modelo foi ainda o precursor da versão R5 Turbo que anos mais tarde surgiria e traria à Renault títulos nos mais diversos campeonatos de ralis nacionais, entre eles o português com performances assinaláveis de Joaquim Moutinho, acompanhado por Edgar Fortes na equipa Renault Gest/Galp.

Esta acção, foi já levada a cabo pela Mini em 2011, com a participação de Rauno Aaltonen e Paddy Hopkirk nesta prova utilizando o Mini Cooper vitorioso da Década de 60. (ler notícia aqui)

A relação da Porsche com os utilizadores das redes sociais é já sobejamente conhecida (911 GT3 R Hybrid versão Facebook para celebrar 1.000.000 de fãs no Facebook). Um ano depois, a Porsche dobrou a marca dos dois milhões de fãs na célebre rede social criada por Marck Zuckenberg. O feito será assinalado pela Porsche com um Cayman decorado com dois milhões de fotografias, pertencentes a cada um dos fãs. A marca escolheu ainda a tonalidade vermelha para dominar a colagem das fotos, dando a esta colagem de fotografias um aspecto muito semelhante à decoração do primeiro Porsche a vencer em Le Mans, o 917.

Este modelo único estará em exposição até 27 de Janeiro no Museu da Porsche em Estugarda (Alemanha). Para os que não podem ir até ao excepcional museu da marca, a Porsche disponibiliza na sua página do Facebook uma aplicação que além de permitir visualizar o automóvel a 360º dispõe de função que ajuda a encontrar a sua cara, caso seja fã da marca alemã.

Link para a página da Porsche no Facebook

A Mercedes revelou a primeira imagem da nova geração do Mercedes Classe A. Um modelo renovado de raíz e que traz ambições redobradas para combater outros sucessos de marcas premium  alemãs como o Audi A3 e o BMW série 1.

A Mercedes divulga também um pequeno vídeo (link aqui) acerca do novo modelo, onde o futuro classe A aparece revistido a códigos QR em tom de apelo aos fãs das aplicações móveis. Este novo modelo da marca da flecha de prata deverá ser desvendado no próximo salão de Genebra, em Março próximo.

 

Mais notícias sobre o classe A da Mercedes:

FONTE: Autoblog

Até ao momento eram apenas rumores o de que a Audi estaria a preparar o Q6 e Q4. De acordo com o responsável pelo departamento de design da Audi, o brasileiro Walter de Silva, a marca começou já a preparar o concorrente do BMW X6, estando ainda em estudo os planos para um outro SUV de dimensões inferiores.

O concorrente do BMW X6, que receberá a designação Q6, encaixará em termos de posicionamento entre o topo de gama dos SUVs da marca Q7 e o intermédio Q5. O novo Audi Q6 receberá a plataforma do Audi Q7 e espera-se a sua primeira aparição em 2015.

Em relação ao Q4, concorrente do futuro BMW X4 a lançar em 2014, e que como as tradicionais designações da marca alemã indicam, posicionar-se-á entre o Q3 e o Q5.

Ambos os modelos destinam-se a dar um novo fôlego nas vendas da Audi, especialmente nos mercados europeus, onde a BMW lidera, com larga vantagem no segmento dos SUVs.

Arquivo: Audi prepara Q6 para combater BMW X6

Depois de equipar com os seus motores os monolugares da equipa de F1 da Red Bull, a Renault prepara-se para equipar outras estrelas com os seus motores,desta feita, o futuro Mercedes Classe A

15 meses depois da assinatura da joint-venture entre os grupos Renault-Nissan e a Daimler-Benz, a cooperação começa a mostrar os seus frutos. A nova geração do pequeno Mercedes Classe A contemplará mais motores com tecnologia turbodiesel do que a recente classe B. O acesso à gama de motores Diesel será feita por um 1.5 dCi já conhecido nos modelos Renault, com uma potência estimada entre os 90 e os 95 cv. Este motor de origem francesa representa o complemento perfeito dos motores 1.8 CDI da Mercedes, mais fortes com 109 e 136 cv de potência. Segundo fontes do Maismotores.net, o reduzido apetite de combustível e os baixos custos de fabricação do motor terão estado na origem da escolha por parte dos responsáveis da Mercedes.

O motor 1.5 dCi, sobejamente conhecido da gama de modelos da Renault, está equipado com 8 válvulas e um Turbo de geometria fixa. A Mercedes poderá proceder a algumas actualizações, como a inclusão de um sistema Stop & Start, ou até mesmo de uma versão com 110 cv, equipada com turbo de geometria variável, o que deverá render o bloco do actual Mercedes classe B 180 CDI. A aliança franco-germânica fica assim mais forte, todavia sem estar nos planos de ambas as marcas a troca de motores nos monolugares inscritos na F1!

 

Celebrizado na década de 60 e 70 pelo seu desempenho na série O Santo quando conduzido por Roger Moore, o coupé P1800 da Volvo regressa à ribalta, desta feita para destacar-se como recordista.

Irv Gordon, um cidadão nova-iorquino entrou em 1998 para o Livro dos Recordes do Guiness em 1998 quando o seu clássico Volvo P1800 assinalou 1,7 milhões de milhas (2,7 milhões de quilómetros), a maior quilometragem atingida por um automóvel não comercial. A marca dos dois milhões de milhas (3,2 milhões de quilómetros) foi atingida em 2002 e em Julho de 2010 ascendia já a 2,8 milhões de milhas (4,5 milhões de quilómetros). Irv, que conta já com 71 anos de idade e de quem é propriedade o Volvo recordista, conta atingir dentro de  dois anos a proeza dos 3 milhões de milhas (quase 5 milhões de quilómetros!).