Os ingleses da Taz Racing produziram duas pequenas máquinas diabólicas! Baseadas no pequeno e superleve Fiat 126, os ‘maníacos’ daquela empresa de modificações de automóveis colocaram no minúsculo interior deste pequeno carro italiano, produzido na Polónia, enormes e potentes motores V8 de origem Chevrolet que debitam impressionantes 650 cv. Estes são os carros que contrastam com o conservadorismo caraterístico dos britânicos!

Falar das especificações poderia traír o interesse de visualização do vídeo que coloca numa corrida de arranques (‘drag race’) os dois Fiat 126 preparados pela Taz Racing em confronto direto. O resultado podemos afirmar ser semelhante ao equipar uma mosca com motor de avião. Os pequenos Fiat 126, que inicialmente tinham cerca de 40 cv de potência viram a sua capacidade de arrancar asfalto igualar-se à dos Mercedes SLS Black Series graças aos 650 cv, mas com uma relação peso potência incrível.

O combate entre os dois pequenos peso-mosca com alma de falcão aconteceu na pista inglesa de Santa Pod.

fiat 126 v8 corvette

As corridas entre supercarros e aviões de combate supersónicos são fenómenos de marketing frequentes. O confronto dos mais rápidos em terra com os reis dos céus são sempre combates apreciados pelos aficionados dos automóveis. Desta feita, a Lamborghini decidiu enfrentar a força e velocidade de um caça russo Sukhoi Su-30 Flanker-C, a versão bilugar do Su-27. Este avião de combate a jato pertence à Força Aérea Russa e foi pilotado por um experiente piloto.

A competição teve contornos diferentes do tradicional arranque, já que a velocidade muito alta do caça Sukhoi Su-30 não o permite rodar muito tempo com as rodas em terra firme. Nada melhor do que ver o vídeo para ver as manobras efetuadas pelos pilotos de ambas as máquinas numa luta ímpar.

Conheça também o novo Lamborghini Huracan Supertrofeo, um carro de corrida apenas para pilotos milionários, ou a versão do Huracan utilizada pela polícia italiana nas autoestradas daquele país.

Lamborghini Sukhoi russia

A Citroën Racing lançará a mais recente evolução do seu carro de ralis DS3 R3 no próximo fim de semana no Rali do Monte Branco, prova do Campeonato Francês de Ralis. Tal como aconteceu com o seu antecessor, o pequeno C2, esta evolução receberá a designação Max. A estreia do novo carro estará a cargo do piloto francês Stéphane Lefebvre que é líder dos campeonatos europeu (ERC) e mundial (JWRC) de ralis júnior. 

Entre as principais novidades do novo carro da Citroën para ralis, o DS3 R3-MAX contará com o mesmo motor 1,6 litros Turbo com a potência aumentada de 210 para 234 cv. O binário máximo ascende a 430 N.m. Entre as principais alterações estão a posição do turbocompressor assim como a adoção de um coletor de escape especial, os discos de travões são agora de maiores dimensões. Esta evolução acrescentará uma boa dose de competitividade ao pequeno carro francês. 

ds3 r3

A equipa de F1 Toro Rosso esteve em destaque nas notícias da semana passada ao contratar o jovem Max Verstappen de apenas 16 anos de idade para a sua formação. Max entrará para a história já que terá somente 16 anos quando participar no seu primeiro Grande Prémio de F1. O record pertencia anteriormente a Jaime Alguersuari, que também inserido na formação da Toro Rosso, alinhou numa prova de F1 com 19 anos de idade. Para aproveitar todo o barulho gerado em torno do jovem piloto holandês a equipa, uma espécie de segunda formação da Red Bull Racing, decidiu colocar Max aos comandos de um F1 num espetáculo de divulgação da modalidade nas ruas de Roterdão, no país de origem de Max. A exibição do jovem talento todavia não correu da melhor forma tendo Verstappen, filho de um ex-piloto de F1, perdido o controlo do seu Toro Rosso STR7, carro utilizado na temporada de 2007 da F1, e embatido com alguma violência nos rails que separavam a pista improvisada do muito público presente. O acidente ocorreu quando o jovem piloto tentava fazer alguns ‘piões’ ou ‘donuts’. Esta estreia, marcada por algum fracasso, não conseguiu honrar o talento e o palmarés (9 vitórias na FIA F3 Europeia) de Max Verstappen que continuará no programa de desenvolvimento de novos talentos empreendido pela Red Bull.

Max Verstappen Crash

Robert Consani e Maxime Vilmot foram protagonistas de um incidente que poderia ter tido consequências trágicas. Numa recente prova do Campeonato da Europa de Ralis (ERC), o Rali de Ypres, o Peugeot 207 S2000 desta dupla começou a arder na parte traseira. Seguiram-se segundos de pânico com a dupla em agonia a pedir extintores aos comissários desportivos. Nada melhor que ver o vídeo!

consani s2000 arder

Apesar dos resultados sofríveis que o ex-Campeão do Mundo de F1 Robert Kubica tem atingido nesta temporada no WRC o piloto polaco, reconhecido pela sua condução destemida e pelos espetaculares acidentes, poderá vir a ser promovido. A equipa Citroën encontra-se desapontada com a performance do norueguês Mads Ostberg que além de estar aquém das expectativas demonstra um elevado grau de desmotivação que se tem vindo a acentuar prova após prova.

Para 2015 a Citroën manterá a sua equipa no mundial de ralis WRC a par da continuidade da bem arrasadora campanha que iniciou esta temporada no Campeonato do Mundo de Carros de Turismo WTCC. (saber mais aqui)

robert kubica

A Renault revelou o Renault Sport R.S. 01, um espetacular automóvel de competição de alta performance que surge na sequência de modelos como os Alpine Renault da década de 70 e o Renault Sport Spider de meados da década de 90. Este modelo, nascido para as pistas pretende confirmar a paixão pelo desporto automóvel da marca.

O design de forte inspiração nos carros de sport e em diversos protótipos, em que o apoio aerodinâmico é condição quase fundamental, conta com caraterísticas estéticas já conhecidas de modelos da gama Renault.

Trabalhado pela Renault Sport, o Renault R.S. 01 conta com chassis em fibra de carbono o que lhe confere um peso inferior a 1100 quilos, enquanto que mecanicamente é animado por um motor V6 biturbo de 3.8 litros, já conhecido do Nissan GT-R, com mais de 500 cavalos de potência. No conjunto o Renault Sport R.S. 01 ultrapassa os 300km/h sem grande dificuldade ou demora.

Este novo automóvel de competição da Renault Sport será, a partir de 2015, uma das estrelas dos World Series by Renault, escalão de apuramento e afirmação de muitos jovens pilotos.

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O Salão do Automóvel de Paris assistiu há 40 anos ao nascimento do CX, o ID/DS (‘boca de sapo’) do futuro. Topo de gama de ministros e presidentes de muitas nações europeias, o Citroën CX continuou a tradição da marca francesa em introduzir avançadas e sofisticadas inovações na indústria automóvel. Apesar de não reunir uma legião tão grande de fãs como icónicos e populares modelos da marca do ‘double-chevron’ dos quais se destacam os modelos Traction Avant (‘Arrastadeira’), ID/DS (‘Boca de Sapo’) e 2cv. Como foi tradição durante uma grande parte do percurso histórico da Citröen também o CX recebeu soluções inéditas e vanguardistas. Verdadeiro ‘salão sobre rodas’ o CX inaugurou as motorizações turbodiesel na Citroën e uma importante evolução da suspensão hidropneumática que é ainda hoje porta-estandarte da marca, a gama CX contava ainda com uma versão de alta performance com a designação GTI.

Em 1974 o CX 2000 revolucionou os padrões que as marcas ofereciam nas suas gamas de modelos. Não foi difícil para a Citroën consolidar a imagem de oferecer um automóvel capaz de proporcionar índices muito altos de conforto, ergonomia e comportamento dinâmico. Estes atributos fizeram valer ao CX vários galardões entre eles o Carro do Ano, o Prémio de Segurança e o Prémio de Estética Automóvel no seu primeiro ano no mercado.

Com o design a cargo de Robert Opron(biografia aqui), o CX apresentava uma longa carroçaria com 4,63 metros de comprimento e dois volumes, com um vidro traseiro ‘sui generis’ dada a sua forma côncava. Mecanicamente, e em contexto de crise petrolífera mundial a Citroën demonstrou que o lançamento de um topo de gama poderia acompanhar as exigências de uma nova realidade. Com custos de utilização mais baixos a motorização turbodiesel do CX revolucionou o paradigma dos automóveis utilizados pelos chefes de estado e diplomatas. O papel desempenhado pela estética futurista à época surge aliado à eficiência do automóvel já que o CX apresentava um coeficiente aerodinâmico (Cx) bastante reduzido por comparação com outros automóveis idênticos existentes no mercado.

A progressão do CX no mercado continuou, a par com o desenvolvimento de novas versões. Em 1975 a versão de carroçaria station wagon que podia ter sete lugares completou a gama do CX que em 1977 receberia o desportivo CX 2400 GTI com motor equipado com injeção eletrónica que foi um dos automóveis franceses mais rápidos. Para ir ao encontro das altas exigências de chefes de estado, incluindo os portugueses, a Citroën voltou a surpreender em 1978 com o CX Prestige que tinha um chassis 28 cm mais comprido.

Com uma estética distinta e com escolhas tecnológicas de vanguarda o CX recebeu os maiores elogios pelo conforto que proporcionava. O trabalho desempenhado pela suspensão de altura constante hidropneumática, princípio herdado do DS e aprimorado no CX proporcionava também um comportamento dinâmico ímpar para um carro com estas caraterísticas (tamanho grande e peso elevado). O CX recebeu também a direção assistida que o coupé SM estreou em 1970, este sistema caraterizava-se por regressar ao ponto neutro de forma automática. O conversor de binário C-Matic estreou na indústria automóvel um sistema de embraiagem automática que permitia libertar mais espaço na zona dos pedais já que o habitual terceiro pedal não existia. O design do posto de condução refletia as preocupações da Citroën em termos de ergonomia. Através de diversos satélites o condutor podia aceder a um muito alto número de comandos sem tirar a mão do volante. A ousadia deste modelo foi refletida numa das últimas publicidades da marca, quando já próximo do fim da carreira do CX a Citroën escolheu a cantora Grace Jones para um dos mais marcantes spots da indústria automóvel(ver vídeo abaixo).

O sistema de travagem antibloqueio ABS, uma inovação tecnológica da Bosch, surgiu pela primeira vez num carro de marca francesa com o CX no ano de 1985.

No desporto a Citroën fez alinhar alguns modelos CX 2400 GTI no Campeonato do Mundo de Ralis entregues a pilotos de renome.  A estreia em competição do grande topo de gama aconteceu em 1977 no Rali do Senegal. Para conduzir este carro com 185 cv de potência e 1260 kg de peso, a Citroën escolheu o francês Jean Paul Luc. O português Francisco Romãozinho e o reputado piloto francês Jean Pierre Nicolas tiveram também hipótese de conduzir este carro que no seu palmarés conta com um grande número de desistências.

A carreira do CX terminou em 1991 para dar lugar ao menos inovador XM. Ao longo da sua brilhante e emblemática carreira vendeu mais de 1,2 milhões de unidades, uma tremenda marca de sucesso na história da marca do ‘double-chevron’.

cx gti turbo

 

O Volvo XC90 está prestes a ser apresentado aos jornalistas na Suécia. Entretanto uma fuga de informação colocou as imagens do dossiê de Imprensa na Internet do novo SUV.

O novo grande SUV da Volvo inaugura a nova genética de design da marca de Gotemburgo. O formato esse é também radicalmente inovador, diferenciando-se o novo XC90 de todas as outras propostas existentes no mercado.No interior destaque para os sete lugares e o grande tablet tátil colocado em posição central no tabliê que comandará todas as funções deste grande SUV sueco. Em termos de conetividade este carro será um dos primeiros a serem construídos de acordo com o protocolo assinado com a Apple para integração quase total de smartphones no sistema de informação, entretenimento e comunicação do automóvel. Este novo sistema receberá a etiqueta de compatibilidade CarPlay, tal como mostrado anteriormente no Volvo Concept Estate.

volvo xc90 2

O motard português Paulo Gonçalves venceu a segunda etapa do Rali dos Sertões. Na mais exigente, e longa, prova de todo o terreno disputada em solo brasileiro Gonçalves assegurou o segundo posto da classificação geral. O piloto da Honda foi mais rápido ao longo dos 261 km da especial.  Jean Azevedo, também em Honda, garantiu a segunda marca, todavia 1m 02 s mais lento do que o português. O líder da prova Marc Coma em KTM foi o terceiro mais rápido do dia a 1 m 21 s de Paulo Gonçalves. Na classificação geral Coma lidera e na segunda posição está o piloto português a apenas 39s.

divul,sertoes

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