Conhecidos os triunfos dos McLaren F1 GTR nas mais diversas provas de Gt e resistência dos finais da década de 90, suplantando a hegemonia vencedora dos Chrysler Viper e Porsche 911, apenas foram construídas 28 unidades desta adaptação à competição de um dos modelos mais desportivos de todos os tempos.
Equipado com um motor V12 de 6 litros de cilindrada com 600cv, e de origem BMW, que permite ao McLaren F1GTR acelarar dos 0 aos 100km/h em cerca de 3 segundos e conseguir atingir os 387km/h de velocidade máxima.
Esta unidade, a 28ª e última a ser produzida pela também equipa de F1 McLaren, e pintada com as cores da petrolífera Gulf e com o patrocínio da Davidoff, está à venda por 3 milhões de euros, uma bagatela para o mais casual vencedor de um Euromilhões.
O carro encontra-se a ser vendido por um consórcio russo, apesar de se encontrar no Japão. Do seu palmarés fazem parte as seguintes provas do campeonato FIA Gt de 1997:
- Nurburgring com os pilotos Gilbert-Scott/Olofsson (desistiu por despiste),
- Spa Francorchamps com Gilbert-Scott/Olofsson (desistência),
- A1-Ring D com Gilbert-Scott/Lees somando nova desistência,
- Suzuka com Gilbert-Scott/Lees/Nielsen em que obteve a 6ª posição,
- Donington com Lees/Olofsson onde foi 7º classificado,
- Mugello com Lees/Olofsson onde conseguiu o 8º lugar,
- Sebring com Lees/Olofsson onde foi 10º,
- Laguna Seca com Lees/Olofsson onde foi 6º.
Depois de concluída a sua carreira desportiva de apenas um ano, o McLaren F1 GTR com o número de chassis 28, foi reconstruído de raíz pela própria McLaren, encontrando-se num estado irrepreensível, contando apenas o motor com 6.000Km e utilização.
