Todos os automóveis têm formas e configurações diferentes, tal facto reflecte-se na escolha dos depósitos de combustível que equipa cada automóvel.

No escalão dos automóveis mais baratos, os mini-citadinos, o Volkswagen Fox é o que tem maior capacidade com 50 litros, cabendo ao Toyota IQ a nota negativa já que pode apenas ser abastecido com 32litros.

Já no segmento dos citadinos, o francês Renault Clio III tem uma capacidade de 55 litros, ao passo que o Mini Coupé admite apenas 40 litros de carburante.

Nas berlinas compactas, o Mercedes CLC tem uma capacidade de 62 litros. Neste segmento o híbrido Honda Insight conta com um reservatório de apenas 40litros.

Já no escalão destinado aos familiares mais espaçosos, o Citroen C5 leva a melhor com 70 litros de capacidade, estando o Skoda Octavia bastante abaixo dos seus concorrentes com um pequeno depósito de apenas 55 litros, o mesmo de um Renault Clio.

Na classe dos topos de gama o raro Maybach 57 (e 62) conta com um depósito de 110 litros, ao passo que o BMW série 7 diesel conta com o depósito de menor capacidade no segmento, permitindo ser atestado com 80 litros de gasóleo.

Em termos de monovolumes, nos citadinos o Skoda Roomster tem um depósito de 55 litros. Uma capacidade superior em 13l ao Toyota Urban Cruiser que conta apenas com 42 litros de capacidade máxima. Nos monovolumes familiares o modelo da Renault, a Espace, volta a garantir distinção para a marca do losango com 83 litros, enquanto que o americano Dodge Caliper tem somente 51 litros de capacidade.

Em termos de Coupés, e quase a título de curiosidade, o Ferrari 612 Scaglietti pode ser abastecido com 103 litros de gasolina sem chumbo 98, enquanto que o inovador coupé híbrido da Honda, o CR-Z, dispões apenas de um volume de 40 litros de gasolina.

Capacidades bastante diferentes dos 420litros dos BMW X3 CC que a equipa BMW X-Raid fez alinhar no último Dakar. Modelos equipados com motores diesel de 6 cilindros com 315cv, igualmente de origem e concepção BMW.

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