Mini faz 55 anos com caráter cada vez mais jovem

 

O dia 18 de agosto de 1959 assinalou o arranque de vendas do Mini. Concebido por Sir Alec Issigonis o Mini foi idealizado para ser um automóvel com habitabilidade interior apreciável para 4 passageiros, baixo consumo de combustível, uma dinâmica de condução própria e um preço à imagem do nome: mini. Este cocktail de ideias brilhantes teve como resultado um automóvel popular, cujo caráter extende-se até ao século 21 e apenas com ligeiras modificações ao seu caráter original. A carroçaria autoportante, o motor em posição transversal e a tração dianteira foram caraterísticas inéditas à data num automóvel com estas dimensões.

O renascimento da Mini, com modelos ajustados à modernidade, aconteceu em 2001 e já com a marca inglesa sob a disciplina da alemã BMW.  Aliás foi a Mini a primeira a estabelecer com enorme sucesso os padrões neo-retro seguidos posteriormente por outros fabricantes de automóveis na recuperação de icónicos modelos. A personalização ímpar através de vistosos esquemas de cores contribuíram para confirmar a evolução da juventude da Mini. 

A atual gama da Mini compreende um largo número de modelos: à variante de carroçaria convencional somam-se as iterações Clubman (station wagon), Cabrio (descapotável), Coupé, Roadster, juntado-se ainda os mais excêntricos Countryman (SUV/Crossover) e Paceman (SUV Coupé). Brevemente, e a finalizar o lançamento da terceira geração da era moderna do Mini, surgirá a versão de cinco portas. Cada uma destas versões conta com modelos de acrescida genética desportiva em declinações Cooper, Cooper S  e John Cooper Works, tal como acontecia na gama da década de 60. 

Apesar de pequeno em tamanho, o Mini impôs-se entre os grandes do desporto em diversas provas de automobilismo, dos circuitos aos ralis, Paddy Hopkirk foi o primeiro a inscrever o nome da marca entre os vencedores do exigente Rali de Monte Carlo aos comandos de um automóvel da marca. Seguiram-se mais duas vitórias na mítica prova do mundial de ralis assinadas pelos finlandeses Timo Makinen e Rauno Altonen em carros idênticos. A capacidade de tração e a excelente maneabilidade deste modelo permitiram que o Mini se impusesse categoricamente face aos rivais nas difíceis condições meteorológicas que caraterizam as classificativas que os pilotos enfrentam nas estradas dos Alpes. 

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