Alejandro Maclean, o piloto madrilenho de 41 anos e único representante espanhol no célebre campeonato de acrobacias aéreas que teve já uma prova disputada no Porto, faleceu ontem vítima de um acidente com a sua aeronave enquanto treinava.
O piloto espanhol que competia inscrito pela sua própria equipa, o Team Maclean, despenhou-se ontem nas imediações da cidade de Toledo, mais concretamente em Casarrubios del Monte, enquanto realizava uma manobra de treino no seu avião de acrobacias (um MXS R AIRCRAFT com o qual competia com o patrocínio da célebre marca norteamericana de Smartphones Blackberry com o número 36), manobra que não terá conseguido finalizar com sucesso tendo-se despenhado aos olhos dos seus dois mecânicos que assistiram impotentes à morte do seu piloto e que prontamente acorreram ao local do acidente mas já nada puderam fazer.
No entanto, as causas do acidente encontram-se ainda por esclarecer, estando ainda em finalização o relatório oficial das autoridades aeronáuticas para averiguar se existiu de facto alguma falha mecânica responsável pelo trágico desfecho.
‘Alex’ Maclean era um piloto bastante experiente, cujo palmarés conta com dois títulos espanhóis de acrobacias, um título europeu como piloto acrobático e foi vencedor do campeonato lituano de acrobacias aéreas disputado em 1998 (Lithuanian Open Aerobatic Championship). Maclean era desde 2005 o responsável pela equipa espanhola de acrobacias aéreas e participava na Red Bull Air Race desde 2005 onde conseguiu os melhores resultados no ano de estreia e em 2006 quando foi quinto classificado. Ao piloto espanhol, que começou a voar aos 18 anos num ultraleve, atribui-se ainda a responsabilidade pela divulgação do Red Bull Air Race no país vizinho através da sua ligação à televisão.
À família e equipa enlutada o maismotores.net apresenta as mais sentidas condolências.
Aconteceu há 15 anos, em Agosto de 1995, o avião russo IL-76TD RA-76842 foi capturado por militantes Talibãs no Afeganistão. Juntamente com o avião,os 8 membros da tripulação foram igualmente feitos reféns.
O IL-76 era propriedade de uma companhia de aviação privada do Cazaquistão chamada Aerostan, e que depois foi sub-alugado pelo governo afegão para transporte de munições na rota Tirana-Sharjah-Kabul.
A carga encontrava-se sob todas as normas da ICAO e o carregamento foi então autorizado. Não era o primeiro vôo desta aeronave para a capital do Afeganistão Kabul, nem no rádio surgiu nenhum alerta de proibições especiais ou limitações de qualquer tipo para o vôo.
Enquanto sobrevoavam os céus do Afeganistão, a uma altura de 8000 metros, foi capturado por um caça MIG-21 pertencente ao movimento Talibã, tendo nos momentos imediatos sido forçado a aterrar no aeroporto de Kandahar.
Os talibãs iniciaram então um processo reivindicativo junto do governo de Moscovo e até mesmo da própria tripulação do avião já que acusavam o Kremlin de se intrometer nos assuntos internos do Afeganistão, ainda com a memória da guerra do Afeganistão bem fresca. A tripulação foi imediatamente feita refém sob segurança máxima, até que as condições impostas pelos terroristas fossem satisfeitas na plenitude. O governo russo, as Nações Unidas, a OIC (Organização para a Conferência Islâmica) e os Estados Unidos iniciaram uma corrida diplomática tendo como missão a libertação da tripulação feita refém, sem sucesso.
Assim sendo, o interesse no caso foi esmorecendo com o passar do tempo, tendo surgido por parte dos rebeldes uma nova ameaça de que poderiam matar toda a tripulação do avião. Foi então encetado novo plano negocial com as autoridades talibãs para entrega de um resgate, que nunca chegou a ser divulgado.
A tripulação, quase um ano depois ( volvidos 378 dias em cativeiro) conseguiu escapar. O plano foi o de iniciar a reparação do avião, e enquanto efectuavam estas tarefas, e num perfeito jogo de sintonia, conseguiram arrancar com o avião sem atraír a atenção dos rebeldes que os vigiavam. O descolar foi díficil, já que a pista disponível para o enorme avião de carga, equipado com 4 motores, era demasiado pequena, e a perseguição com alguns veículos militares dos talibãs não facilitava em nada as operações.
Com pouco combustível nos depósitos, a tripulação decidiu então ter o vizinho Irão como rota, e felizmente para eles conseguiram posteriormente todas as autorizações para o sucedido que poderia ter despoletado um grave incidente diplomático entre o governo russo e o governo iraniano, voando a uma altitude na gama entre os 50 e 100m e sem efectuar comunicações via rádio para prevenir nova intercepção por parte dos talibãs que deveriam estar à sua procura em território Russo.
Já em céus iranianos o piloto colocou a aeronave na sua altitude normal de operação e aterrou no aeroporto de Sharjah, já nos Emirados Árabes Unidos.
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Com o desaaparecimento do Concorde dos céus em 2000 este será o primeiro passo dado nas viagens de passageiros supersónicas. A ligação entre Paris e Nova Iorque pode assim ficar mais curta passando o vôo a ter uma duração de 4h14m, algo que agrada a muitos executivos e homens de negócios. A proposta é da Nevada’s Aerion Corporation, uma empresa norte-americana especializada na engenharia aeronáutica com o seu Supersonic Business Jet. Uma aeronave capaz de atingir velocidades Mach 1.5 (ou 1,840 km/h).
O preço desta exclusividade ronda os 62 milhões de euros, a lotação por enquanto ainda é de 12 passageiros, mas a empresa acredita ser possível atingir os 50 lugares. Em termos de encomendas, a empresa afirma ter encomendas na ordem dos 4 biliões de dólares todas elas provenientes do médio oriente e pacientes o suficiente para esperarem por 2014 para entrega das primeiras unidades construídas. Algo que supera largamente o custo de desenvolvimento, que a empresa estima entre 1.2 e 1.4 biliões de dólares. A Nevada Aerion Corporation é assim a primeira empresa construtora de aviões a lançar uma proposta supersónica no mercado da aviação civil, deixando assim para trás construtores que trabalham há bastante tempo em acelarar as viagens aéreas, como é o caso da Cessna, Sukhoi, o construtor de aviões gigantes russo Tupolev, a US’s Supersonic Aerospace International e a Agência de Exploração Aeroespacial Japonesa.
O Terrafugia Transition flying car é daqueles carros misteriosos, capazes de serem híbridos não pelas energias com que se movem, mas pelos meios onde transitam. Se várias tentativas são feitas para construção de carros anfíbios, os carros avião era um filão ainda não explorado, e foi essa ideia que surgiu nos gabinetes da Terrafugia, uma empresa americana. A aeronave ligeira, pode ser convertida de forma rápida e fácil num automóvel habilitado a circular nas estradas, assim o atesta a USFAA, organismo que regula as homologações de veículos nos EUA. Designado como veículo ligeiro de desporto, e com um peso que em pouco mais excede a meia tonelada, permite-lhe assim circular sem alguns equipamentos imprescindíveis nos veículos novos como sejam exemplo os Airbags e as zonas de impacto controlado, graças à especificidade regulamentar desta homologação. O brevet para que se possa cruzar os céus neste tipo de aeronaves requer apenas 20horas de vôo, ao contrário das licenças para pilotar aviões privados que além de mais onerosas são igualmente mais morosas e difíceis de obter.
Uma das maiores vantagens, como aeronave, é a de não obrigar o seu piloto a aguardar que o mau tempo passe, já que depois de recolhidas as asas, pode sempre conduzir até casa pela via terrestre enquanto que no céu as condições climatéricas não permitem o vôo. Com uma velocidade de ponta na ordem dos 170km/h enquanto automóvel, possui dois lugares e tracção às rodas da frente, com uma autonomia de 650kms. De acordo com a empresa que produz o Transition, a Terrafugia, as unidades encomendadas encontram-se já no limiar da centena, e devem sofrer um aumento nos próximos meses com esta homologação especial. Refira-se que todas as encomendas foram sinalizadas num valor de 10 mil dólares.
Detentores por enquanto do edificio mais alto e da maior ponte no planeta, o Dubai acaba agora de construir o maior aeroporto do mundo. O aeroporto internacional Dubai World Central-Al Maktoum será inaugurado dentro de dias, e numa primeira fase operará apenas com companhias aerotransportadoras de carga, já que o empreendimento de dimensão gigante apenas será concluído em Março de 2011. O primeiro avião a aterrar na pista saudita, foi um Airbus da companhia Emirates (uma das mais bem sucedidas mundialmente e com a frota mais invejada de Airbus A380) como parte de um teste que serviu para colocar à prova todo o sistema do aeroporto, desde o controlo aduaneiro, à própria pista, e sistemas de comunicações internas e externas. Com capacidade para gestão de 250 mil toneladas de carga, tem ainda uma pista capaz de receber com toda a segurança os Airbus A380 (o maior avião comercial jamais construído) e a primeira no mundo pensada neste tipo de aeronave. Em termos de operação de vôos comerciais, a primeira fase do empreendimento será capaz de receber 5 milhões de passageiros por ano, número que pretendem que ascenda aos 160 milhões e 12 milhões de carga quando completas as restantes fases do faraónico empreendimento.
A companhia aérea germânica Lufthansa é a mais recente empresa de aviação comercial a renovar as cabines de primeira classe nos vôos de longo curso. Assim sendo, e aproveitando a estreia do seu novo A380 – o maior avião de passageiros a operar no mundo, torna-se assim a companhia a oferecer aos seus clientes vôos nas mais silenciosas cabines.
A insonorização nas cabines da classe mais cara foi alvo de pormenorizado trabalho, já que foram estudados materiais a utilizar nas cortinas, piso e respectiva alcatifa deforma a minimizar ao extremo o ruído a bordo do seu A380. Todo o trabalho a nível de interiores foi levado a cabo com especial atenção, tendo até as casas de banho a bordo sido inspiradas nos mais luxuosos hotéis mundiais. O preço por voo pode ascender aos 10mil euros, e o vôo inaugural será preenchido com a selecção de futebol alemã quando esta cumprir a deslocação até à África do Sul para participar no Campeonato Mundial de Futebol, enquanto que a primeira rota comercial unirá Frankfurt a Tokio no dia 11 de Junho deste ano, dispondo de um total de 526 lugares, dos quais 8 cabines de primeira classe, 98 em executiva e 420 em económica.
FONTE: www.luxurylaunches.com
Este é o maior bombardeiro pesado supersónico, construído na rússia no final da década de 70, em plena guerra fria. De concepção semelhante, mas envergadura superior ao seu congénere Boeing B-1 de fabrico americano, o Tupolev apresenta semelhanças um desenho muito semelhante ao Concorde. Baptizado de Blackjack militarmente e apelidado de Cisne Branco pelos pilotos.
Actualmente a força aérea russa dispões de 20 unidades prontas a voar, sendo que o principal propósito da construção desta aeronave era de bombardear, a grandes altitudes, pontos estratégicos a nível intercontinental recorrendo a ogivas nucleares. Por esse mesmo motivo,a cabine do avião é totalmente hermética do resto do bombardeiro, permitindo à tripulação viajar com níveis de segurança superiores.
O Tupolev TU 160 ainda hoje é superior à segunda evolução do seu concorrente norte americano, o Boeing B1-B Lancer.
Permitindo às crianças em geral, e aos adultos em particular um enorme exercício criativo, e tornado ao longo das décadas como um dos mais famosos brinquedos em todo o mundo, os Legos não deixam de nos surpreender pela quantidade de objectos quotidianos que são construídos pelas pessoas, desde casas a outros edificios emblemáticos, passando por aviões, barcos, carros ou até mesmo reproduções de pessoas.
O que hoje mostramos aqui, é auma réplica à escala 1:25 do maior avião comercial no mundo – o Airbus A380. Com uma envergadura de três metros, e igual comprimento, e uma altura de sensivelmente um metro, foi construído recorrendo a 100kg de pequenos blocos de plástico de Legos, e 75mil peças, perfazendo um total de cerca de mil horas de trabalho!
É o último grito em termos de transporte pessoal, inspirado nos Mercedes Classe R, o seu interior consegue ser ainda mais rico já que a sua lotação permite a deslocação com toda a comodidade até 8 passageiros, tem televisão, frigorífico e os bancos foram construídos atendendo aos mais exigentes conceitos de ergonomia.
O pavimento do interior é em madeira, e os estofos podem ser totalmente personalizáveis atendendo a uma paleta de cores de vastíssimas possibilidades.
Podem ser ainda transportados caddies para tacos de golfe ou bicicletas, existindo compartimentos de arrumação específicos para o efeito.
Relativamente a datas de produção, prevê-se que arranque no final de 2011 e em relação ao preço, que se deduz não ser económico nem ao alcance das massas, ainda não há qualquer estimativa.
A BMW, marca com provas dadas no design automóvel, foi chamada pela Embraer, construtor brasileiro de aviões, para conceber os interiores da sua linha de jactos destinados ao mercado privado.
O departamento de design da BMW dos Estados Unidos respondeu ao desafio de analisar os interiores das aeronaves e retocar com o seu característico traço e superioridade germânicos para a linha Embraer Phenom 100 e 300.
A marca bávara afirma que não vão ser construídas aeronaves com interiores baseados na nossa gama automóvel, tratando-se de um exercício de estilo distinto, recaindo a maior parte do trabalho na escolha de combinações de cores, concepção de espaços de arrumação optimizados e utilização de materiais de elevada qualidade.
Segundo o fabricante brasileiro, que assegura sete combinações de cores possíveis, há já 100 unidades produzidas e a carteira de encomendas conta já com 600 unidades.